Ponto Verde leva a reciclagem de embalagens aos Açores

Literacía ambiental une-se à cultura no Festival Tremor

  • Além da presença no Tremor, que decorre já entre 24 e 28 de março, a Ponto Verde vai estar no FESTIVALzim!, este sábado, a sensibilizar para a reciclagem de embalagens.
  • Adicionalmente vai ainda marcar presença em várias escolas dos Açores, levando aos alunos a sessão formativa da Academia Ponto Verde.

A Ponto Verde junta-se, pela primeira vez, a iniciativas culturais na ilha de São Miguel, marcando presença no Festival Tremor, que combina música, arte, território e comunidade, agendado para os próximos dias 24 e 28 de março. As ações de sensibilização para a reciclagem de embalagens chegam também ao FESTIVALzim!, evento gratuito resultante de uma coprodução entre o Festival Tremor e a PDL26 – Capital Portuguesa da Cultura, que se realiza já este sábado, dia 21, com atividades para toda a família.

A Ponto Verde reforça, assim, o seu compromisso de sensibilizar cidadãos de todas as idades para a reciclagem de embalagens, mostrando que hábitos sustentáveis podem estar presentes em todos os momentos, nomeadamente em lazer e atividades culturais.

No Tremor vão ser disponibilizadas estruturas de recolha seletiva, incentivando o público a separar e a depositar corretamente as embalagens nos ecopontos. Esta presença permite demonstrar que a reciclagem de embalagens é um gesto simples, mas com impacto direto no ambiente, e que cada ação individual contribui para o cumprimento das metas nacionais de reciclagem destes resíduos.

Já durante o FESTIVALzim!, a Ponto Verde vai ainda dinamizar atividades da Academia Ponto Verde, promovendo a aprendizagem sobre a correta separação de resíduos de embalagens de forma prática e interativa. O jogo gigante Recicla Mania, que convida a explorar e testar conhecimentos sobre reciclagem de embalagens, vai também fazer parte das iniciativas, com o objetivo de garantir que a experiência educativa pode ser divertida e envolvente, estimulando o interesse das crianças pela sustentabilidade desde cedo.

Adicionalmente, a Ponto Verde vai ainda marcar presença em várias escolas dos Açores, levando aos alunos a sessão formativa da Academia Ponto Verde. Este momento dá a oportunidade de aprender sobre o funcionamento do sistema de reciclagem de embalagens, o que acontece depois de serem separadas e depositadas nos ecopontos verde, amarelo e azul, e também esclarecer todas as dúvidas, ajudando a separar corretamente estes resíduos após o consumo.

Para Ricardo Sacoto Lagoa, Diretor de Marketing, Sensibilização e Comunicação da Sociedade Ponto Verde: “A reciclagem de embalagens deve ser encarada como um comportamento natural, integrado nas rotinas do dia a dia, e não como uma obrigação. É nesse sentido que apostamos continuamente em iniciativas de proximidade, como as que estamos a realizar nos Açores, que permitem promover conhecimento, esclarecer dúvidas e reforçar a importância de separar e depositar corretamente as embalagens nos ecopontos, incentivando uma participação mais ativa de todos. Embora reciclar embalagens seja um gesto individual, a ambição é que se transforme num movimento coletivo, onde todos possam contribuir para um objetivo comum e levar o País a alcançar as metas com as quais está comprometido.”

Re_source: 12 projetos-piloto com potencial para transformar a gestão de resíduos de embalagens

Programa de inovação colaborativa promovido pela Sociedade Ponto Verde

  • 201 candidaturas provenientes de 54 países, incluindo Portugal, reforça a dimensão internacional do programa de co-inovação da SPV e da Beta-i
  • 330 mil euros atribuídos pela SPV para cofinanciamento de 11 das 12 soluções finalistas que avançam agora para piloto

A Sociedade Ponto Verde (SPV) e a consultora de inovação colaborativa Beta-i juntaram, na 4.ª edição do Re_source, 148 startups internacionais e nacionais, e 20 parceiros da cadeia de valor das embalagens e resíduos de embalagens, para apoiar na transformação deste setor, através de soluções que sejam ambiciosas, transversais e replicáveis, e promovam impacto mensurável.

Das 201 candidaturas recebidas, e após onze meses de trabalho, foram identificadas soluções que avançam agora para a fase de piloto, recebendo 330 mil euros de cofinanciamento por parte da SPV para a sua implementação. O seu desenvolvimento será feito em colaboração com 10 empresas e entidades que operam em várias fases da cadeia de valor e apresentam capacidade de agir e testar os projetos-piloto no terreno.

Estas soluções vêm dar respostas concretas às três missões estratégicas que foram definidas para esta edição do Re_source: reciclar 75% do vidro em Portugal até 2030, com foco no canal HORECA; reduzir em 5% a produção de resíduos de embalagens do fluxo urbano per capita até 2030 (vs. 2018); e digitalizar e integrar os fluxos de informação do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE) até 2034.

Globalmente, destacam-se soluções inovadoras que combinam tecnologia e comportamento do consumidor, com propostas que recorrem à inteligência artificial e visão computacional para tornar a triagem de resíduos mais eficiente e melhorar a gestão operacional, ou que estão assentes em sistemas digitais e mecanismos de incentivo, como smartbins e aplicações, para promover a participação dos cidadãos e aumentar a reciclagem de vidro.

Reduzir o desperdício e promover modelos de consumo mais sustentáveis estão igualmente em destaque, com soluções que incluem embalagens reutilizáveis, sistemas de refill e estratégias de nudging comportamental para incentivar hábitos mais responsáveis em centros comerciais e espaços urbanos. A inovação tecnológica assume um papel central, combinando automação, análise de dados e plataformas digitais para desenvolver soluções práticas, eficientes e com impacto direto na cadeia de valor da gestão de resíduos de embalagens.

A 4.ª edição do Re_source, que finalizou com o Re_source Day, demonstra o seu alcance internacional e um crescimento contínuo, nomeadamente em relação à edição anterior, ao registar 201 candidaturas provenientes de 54 países, superando as 182 candidaturas da edição anterior. No total, participaram 134 startups internacionais e 14 nacionais,

evidenciando a crescente atratividade global do programa e a sua capacidade de transformar inovação em soluções concretas para o setor.

O programa, nesta edição, contou com o apoio de parceiros institucionais, nomeadamente a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) e Direção-Geral da Economia (DGE), assim como o apoio dos Guardiões de Missões, Turismo de Portugal, Centro Tecnológico da Indústria de Moldes, Ferramentas Especiais e Plásticos (CENTIMFE) e GS1 Portugal, reforçando a importância da colaboração e o alinhamento entre inovação, políticas públicas e prioridades estratégicas nacionais. A 4.ª edição do Re_source envolveu, ainda, 14 parceiros de piloto, nomeadamente Applus+, Casa Mendes Gonçalves, DS Smith, DIG-IN, Micronipol, Resíduos do Nordeste, Via Verde, Colibri, Colep Packaging, EGF, VALNOR, RESINORTE, Seda Ibérica e Sonae Sierra, que vão agora apoiar a implementação das 12 soluções.

“Esta edição do Re_source reafirmou a inovação colaborativa como um dos motores para acelerar a transformação que é tão necessária no setor dos resíduos em Portugal, nomeadamente no que diz respeito à cadeia de valor das embalagens. Na prática abrimos espaço a novas soluções e novas parcerias, o que cria condições para que haja uma mudança real. É fundamental, para o futuro do setor, que os projetos piloto sejam testados no terreno, pois permite-nos recolher dados concretos, avaliar se estão preparados para ser replicados e ganharem escala, levando a mais e melhor reciclagem de embalagens. Estamos muito empenhados em promover a circularidade em Portugal e contribuir para o cumprimento das metas ambientais que estão estabelecidas para este setor, e acreditamos que este é o caminho”, refere Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde.

“Ao longo destas quatro edições do Re_source, temos assistido a uma evolução muito clara na capacidade de transformar colaboração em implementação concreta. O que começou como um espaço de ligação entre parceiros e inovadores é hoje um programa orientado para execução, onde os pilotos são testados no terreno, integrados em operações reais e preparados para escalar ao longo da cadeia de valor. Sabemos que os desafios da economia circular são sistémicos e exigem mais do que inovação incremental, exigem coordenação entre empresas, inovadores, entidades públicas e reguladores, mas acima de tudo exigem ação”, refere Diogo Teixeira, CEO da Beta-i.

“É nesse ponto que o Re_source se afirma: como um catalisador de transformação, onde diferentes stakeholders trabalham lado a lado para implementar soluções, gerar aprendizagem prática e acelerar mudanças estruturais no setor da gestão de resíduos de embalagens. O foco está hoje na replicabilidade e na escalabilidade, e é nessa capacidade de passar da experimentação à transformação que consolida a confiança do ecossistema e posiciona o Re_source como um motor real de mudança na cadeia de valor”, acrescenta CEO da Beta-i.

Desde o seu lançamento, em 2021, e contando com esta edição, o Re_source já registou um investimento superior a 1 milhão e 700 mil euros, distribuído por 35 pilotos, com 55 parceiros envolvidos e mais de 600 candidaturas.

O programa Re_source demonstra como a inovação colaborativa é essencial para enfrentar os desafios do setor da reciclagem de embalagens, desenvolvendo soluções concretas que aumentem a eficácia do sistema. A necessidade desta aposta tornou-se ainda mais evidente, pois em 2025 Portugal entrou em incumprimento das metas europeias de reciclagem de embalagens, ano em que deveria ter garantido a recolha seletiva de 65% de todas as embalagens colocadas no mercado, apesar de um investimento recorde de 212 milhões de euros (+90 milhões face a 2024). Estes resultados confirmam que o modelo atual não é suficiente, reforçando a importância de continuar a investir em soluções inovadoras

que contribuam para o alcance das metas de reciclagem de embalagens que estão em vigor em Portugal.

Mais informações em: https://resource-innovation.com/.

Sociedade Ponto Verde e EPIS unem-se para reforçar a educação ambiental nas escolas

Parceria leva a reciclagem de embalagens a mais alunos

  • Sessões formativas da Academia Ponto Verde decorrem até ao final deste ano letivo. Os professores dos 2.º e 3º ciclos ainda podem inscrever as suas turmas.

A Sociedade Ponto Verde (SPV), através da Academia Ponto Verde, e a EPIS – Empresários Pela Inclusão Social – estabeleceram um protocolo de colaboração com os objetivos de reforçar a educação ambiental nas escolas, colocando a reciclagem de embalagens no centro das aprendizagens, e aumentar as competências em Economia Circular e Sustentabilidade junto de crianças e jovens.

A Academia Ponto Verde, criada em 2019, já levou a reciclagem de embalagens a milhares de alunos em todo o País, além de disponibilizar conteúdos sobre esta matéria na sua plataforma. Só no último ano letivo, as sessões formativas “Reciclar é na boa” chegaram a cerca de 16 mil alunos dos 2.º e 3.º ciclos, de 300 escolas de Portugal Continental, Açores e Madeira. Na atual edição, que decorre até junho, o objetivo é alcançar mais de 21 mil alunos, pelo que continuam abertas as inscrições, e os professores podem fazer o registo das suas turmas, aqui.

Estas formações destinam-se aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos e têm como objetivo sensibilizar para a importância da correta separação e deposiçãaboração com os objetivos de reforçar a educação ambiental nas escolas, colocando a reciclagem de embalagens no centro das aprendizagens, e aumentar as competências em Economia Circular e Sustentabilidade junto de crianças e jovens.

A Academia Ponto Verde, criada em 2019, já levou a reciclagem de embalagens a milhares de alunos em todo o País, além de disponibilizar conteúdos sobre esta matéria na sua plataforma. Só no último ano letivo, as sessões formativas “Reciclar é na boa” chegaram a cerca de 16 mil alunos dos 2.º e 3.º ciclos, de 300 escolas de Portugal Continental, Açores e Madeira. Na atual edição, que decorre até junho, o objetivo é alcançar mais de 21 mil alunos, pelo que continuam abertas as inscrições, e os professores podem fazer o registo das suas turmas, aqui.

Estas formações destinam-se aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos e têm como objetivo sensibilizar para a importância da correta separação e deposição seletiva de embalagens, contribuindo para o cumprimento das metas ambientais nacionais e europeias. Através de uma abordagem prática, interativa e criativa, os alunos esclarecem dúvidas sobre o sistema de reciclagem e o percurso das embalagens nos ecopontos verde, amarelo e azul, sendo incentivados a replicar estes comportamentos em casa e junto da comunidade. Adicionalmente, as sessões da Academia Ponto Verde vão começar a integrar a temática do Sistema de Depósito e Reembolso (SDR), com o objetivo de despertar os alunos para este tema.

A parceria com a EPIS decorre de objetivos comuns na área do ambiente e permite ampliar significativamente o alcance da Academia Ponto Verde, levando estas formações ainda a mais escolas, professores e alunos, considerando a presença da associação em 622 estabelecimentos de ensino de 77 concelhos do País. A EPIS, criada em 2006, é uma referência nacional na promoção da inclusão social e do sucesso educativo de crianças e jovens, que promove metodologias inovadoras que capacitam os alunos para atingirem o seu máximo potencial ao longo da vida, reforçando agora a componente ambiental.

“Para a missão da EPIS – promoção da inclusão social de crianças e jovens através da Educação -, o desenvolvimento integral de cada pessoa passa também pelas competências de literacia ambiental e de cidadania. Neste sentido, estamos muitos satisfeitos com a parceria com a Sociedade Ponto Verde, que é mais um contributo natural e decisivo da EPIS, permitindo fazer chegar a mais regiões e escolas a Academia Ponto Verde, por forma a potenciar nos mais jovens e nas suas famílias as práticas de reciclagem, tendo em vista a melhoria dos indicadores nacionais”, afirma Diogo Simões Pereira, Diretor-Geral da EPIS.

Para Ricardo Sacoto Lagoa, Diretor de Marketing, Sensibilização e Comunicação da Sociedade Ponto Verde: “A parceria com a EPIS reforça a nossa forma de atuação. A partilha de conhecimento e o trabalho colaborativo são fundamentais para enfrentarmos os desafios que temos pela frente, em particular na área da reciclagem de embalagens. No último ano, Portugal não conseguiu atingir as metas de reciclagem de embalagens, apesar do investimento histórico no sistema, pelo que é necessário continuar a trabalhar em conjunto”.

“É neste sentido que juntamos esforços na Educação dos nossos jovens, agora com a EPIS, guiando-os para que adquiram as competências necessárias para que se tornem cidadãos mais responsáveis, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da sociedade. Este ano letivo, pretendemos alcançar os 21 mil alunos, um aumento de 30% face ao ano anterior, e acreditamos que esta parceria ajudará neste objetivo”, acrescenta Ricardo Sacoto Lagoa.

Recorde-se que, em 2025, Portugal entrou em incumprimento das metas europeias de reciclagem de embalagens, uma vez que a taxa de retoma foi de 60,2% (apuramento preliminar). Num ano que era decisivo – em que o País deveria ter garantido a recolha seletiva de 65% de todas as embalagens colocadas no mercado – e com um investimento recorde no sistema de 212 milhões de euros (+90 milhões face a 2024), os resultados mostram que o atual modelo não está a responder de forma eficaz, o que exige mudanças estruturais, a par da sensibilização e educação ambiental.

Mais informações em: https://www.academiapontoverde.pt/, https://www.instagram.com/pontoverde.pt/ e https://www.facebook.com/PontoVerdeOficial.

SPV volta a financiar ações de comunicação que promovam a recolha de embalagens de vidro

Abertas as candidaturas ao programa “Rede Recicla +”

  • Está de volta o programa de financiamento de ações de comunicação, sensibilização e educação para Sistemas Integrados de Gestão de Resíduos (SGRU), Municípios e Empresas Municipais, agora denominado “Rede Recicla +”
  • Nesta edição, a SPV disponibiliza 700 mil euros para financiar ações com foco nas embalagens de vidro, dirigidas ao canal HORECA
  • Entidades podem submeter as suas candidaturas até dia 1 de maio.

A Sociedade Ponto Verde (SPV) lança uma nova edição do programa de financiamento de ações de comunicação, sensibilização e educação para Sistemas Integrados de Gestão de Resíduos Urbanos (SGRU), Municípios e Empresas Municipais, agora designado “Rede Recicla+”. Além de promover o bom funcionamento do Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagem (SIGRE), esta iniciativa visa fomentar o trabalho colaborativo, garantindo a cooperação e implementação de ações locais de comunicação e sensibilização em parceria com estas entidades. As candidaturas podem ser submetidas até ao próximo dia 1 de maio. Mais informações aqui.

Para esta edição, a SPV disponibiliza um total de 700.000€ para financiamento das ações, até um máximo de 50.000 por candidatura. Mantém-se o foco em iniciativas que promovam a recolha seletiva de embalagens de vidro, nomeadamente no canal HORECA. O vidro é o material que precisa de aumentar significativamente a participação no processo de reciclagem de embalagens, num contributo para o País alcançar a atual meta de reciclagem – 65% de reciclagem de embalagens colocadas no mercado.

O programa “Rede Recicla+”, a nova designação do “Juntos a Reciclar++”, tem vindo a registar, nos últimos anos, um crescimento significativo no número de ações implementadas pelos SGRU, Municípios e Empresas Municipais com recurso ao financiamento da SPV: entre 2024 e 2025, o volume de candidaturas apoiadas cresceu 50%.

A SPV reforça, através deste programa, o seu papel junto dos parceiros. Esta colaboração, que privilegia uma comunicação consistente e o alinhamento das mensagens, permite trabalhar de forma próxima com as comunidades locais, implementando ações que gerem resultados mensuráveis e que sejam adequadas às especificidades de cada território.

A transição para a nova marca, “Rede Recicla+”, está alinhada com o recente rebranding e posicionamento da SPV. Espelha uma cultura de maior proximidade, a consolidação de uma rede colaborativa onde todos os intervenientes trabalham para um propósito comum. Uma mudança assente na união e na crença de que o sucesso futuro reside na capacidade de colaborar e crescer em rede.

“Este programa é dos mais estratégicos para a SPV e, por isso, agora sob a designação “Rede Recicla+”, vamos continuar a trabalhar, em proximidade, com os SGRU e os Municípios. Queremos apoiá-los na implementação das suas ações, com o objetivo muito concreto de conseguirmos, em conjunto, acelerar a reciclagem de embalagens de vidro. É essencial estarmos no terreno, junto dos cidadãos e de setores de atividade específicos como o canal HORECA, a sensibilizar e a incentivar para haja uma maior participação neste processo pois, só com todos, o País conseguirá alcançar as metas da reciclagem de embalagens,” afirma a CEO da Sociedade Ponto Verde, Ana Trigo Morais.

O incumprimento das metas de reciclagem em 2025 reforça a urgência da implementação deste tipo de programas. Mesmo com um investimento histórico de 212 milhões de euros, mais 90 milhões que em 2024, Portugal registou uma taxa de retoma de 60.2%, ficando aquém da meta de 65% de recolha seletiva de embalagens. Fica claro que o modelo vigente não é suficiente, e que por isso é indispensável continuar a investir em soluções que contribuam para que estas sejam concretizadas.

Mais informação em https://redereciclamais.pontoverde.pt.

“Estamos a chegar ao ponto”: campanha da Ponto Verde regressa para acelerar reciclagem de embalagens

  • Campanha reitera urgência de mudar comportamentos e de fazer a correta separação e deposição dos resíduos de embalagem nos ecopontos
  • Nova vaga mantém essência e abrangência 360º (TV, digital, rádio, imprensa e outdoor)
  • Dados da NielsenIQ indicam que é a campanha da Sociedade Ponto Verde (SPV) com os melhores resultados de sempre em persuasão, impacto e empatia

Portugal continua aquém das metas de reciclagem de embalagens e é precisamente neste contexto que a Ponto Verde relança a campanha “Estamos a chegar ao ponto”, reforçando a urgência de todos reciclarem mais e melhor as embalagens.

Em 2025, Portugal encerrou o ano com uma taxa de retoma de 60,2% (apuramento preliminar), abaixo da meta de reciclar 65% de todas as embalagens colocadas no mercado. Esta meta continua em vigor até 2029 e, mantendo este ritmo, o País continuará em incumprimento e enfrentará um desafio ainda maior para conseguir alcançar as metas mais exigentes previstas para 2030.

Depois do impacto positivo da primeira vaga, que reforçou a notoriedade da marca e a relevância do tema junto dos cidadãos, a Ponto Verde volta a colocar a reciclagem de embalagens no centro da conversa. Recorde-se que 7 em cada 10 portugueses já separam as suas embalagens, mas destes só 1 o faz de forma correta. Assim, num registo divertido e inspiracional, a campanha regressa para mobilizar todos a darem o próximo passo, ou seja, para passarem do “mais ou menos” sustentáveis para cidadãos que separam e colocam corretamente todas as suas embalagens nos ecopontos.

Além da urgência de alterar o comportamento perante a reciclagem de embalagens, a decisão de relançar esta campanha surge na sequência de uma avaliação muito positiva da primeira vaga, que demonstrou o seu potencial para gerar mobilização e alteração efetiva de hábitos.

De acordo com o Estudo de Avaliação do Impacto da Comunicação SPV, realizado pela NielsenIQ, a campanha “Estamos a chegar ao ponto” destacou-se como a melhor campanha de sempre da marca, alcançando resultados históricos ao nível da persuasão, do impacto e da empatia. Entre os principais indicadores, 7 em cada 10 cidadãos consideraram a campanha original, diferente e capaz de captar a atenção, sendo a credibilidade o atributo com melhor desempenho. De reforçar que os resultados evidenciam também um impacto comportamental, uma vez que 80% dos cidadãos referiu ter sentido maior vontade de reciclar embalagens após contacto com a campanha. Estes dados reforçam a importância de manter uma mensagem

consistente, credível e continuada no tempo, sobretudo quando está em causa a transformação de comportamentos profundamente enraizados.

“A primeira vaga de ‘Estamos a chegar ao ponto’ trouxe-nos indicadores muito positivos e os resultados do estudo da NielsenIQ confirmam o impacto da nossa abordagem junto dos cidadãos. Na SPV, trabalhamos com base em análise, com foco na melhoria contínua: avaliamos o desempenho das campanhas, retiramos aprendizagens e ajustamos a comunicação para que seja cada vez mais clara e mobilizadora. Nesta nova fase, reforçamos o apelo à ação porque sabemos que só com mudanças consistentes no dia a dia de todos conseguiremos alterar comportamentos, reciclar mais e melhor as nossas embalagens e aproximar o País das metas a que se comprometeu”, afirma o Diretor de Marketing, Sensibilização e Comunicação da Sociedade Ponto Verde, Ricardo Sacoto Lagoa.

Em 2025, um ano decisivo para o País, o sistema contou com um investimento recorde de 212 milhões de euros (+90 milhões face a 2024). Além destes, ao longo dos seus 29 anos de atividade, a SPV conta com mais de 63.6 milhões de euros investidos em comunicação, sensibilização e educação ambiental, valor que será uma vez mais reforçado através de uma nova vaga da campanha.

Além da presença em TV, rádio, meios digitais, imprensa generalista e especializada, e outdoor, esta nova vaga da campanha vai também marcar presença no podcast Bate Pé, dos criadores de conteúdo Mafalda Castro e Rui Simões, assim como em conteúdos desenvolvidos através de uma estratégia de marketing de influência.

A campanha tem criatividade da Fuel, produção da Grumpy Panda, planeamento de meios da Arena Media e comunicação e gestão de redes sociais asseguradas pela LPM. Através de situações do quotidiano e momentos de convívio protagonizados por personagens com quem os cidadãos facilmente se identificam, a publicidade evidencia pequenos erros frequentes na separação de embalagens, transformando-os em oportunidades de aprendizagem.

Spots campanha: Mais ou Menos e Assim Assim

NOVA e Sociedade Ponto Verde desafiam comunidade académica a acelerar soluções para a economia circular

A Universidade NOVA de Lisboa e a Sociedade Ponto Verde (SPV) lançam a segunda edição do CIRCULAR inNOVA(tion) 2.0, um programa que coloca a inovação ao serviço de desafios ambientais concretos e da transformação do setor da gestão de embalagens e resíduos de embalagens.

Este ano, a NOVA e a SPV desafiam a comunidade académica a responder a dois desafios concretos e atuais na área da gestão de resíduos.

Recolha de Cápsulas

O consumo de café em cápsulas cresceu exponencialmente nos últimos anos, tornando-se uma tipologia de resíduos com necessidade de valorização, mas também um desafio significativo ao nível da recolha e encaminhamento adequado.

Como podemos criar um sistema eficiente, acessível e escalável que permita aumentar significativamente a recolha e a reciclagem de cápsulas usadas?

PAYT no Setor HORECA

O setor HORECA (Hotelaria, Restauração e Cafés) tem um papel determinante na produção de resíduos de embalagens.

Como implementar um modelo Pay-As-You-Throw (PAYT) que incentive este setor a separar mais e melhor, promovendo comportamentos responsáveis e alinhados com as metas ambientais nacionais?

É para responder a estes desafios reais que nasce mais uma edição do CIRCULAR inNOVA(tion) 2.0, um programa estruturado para transformar ideias em soluções testáveis e com potencial de implementação.

O programa desenvolve-se em quatro fases, que acompanham as equipas desde a ideia até à implementação piloto de soluções inovadoras:

1. Open Call – Submissão de candidaturas e seleção das equipas e participantes mais promissores.
2. Hackathon & Ideação – Momento intensivo de formação e co-criação, com apresentação dos desafios, bootcamp de design thinking e formação em pitching. As equipas finalistas recebem um apoio financeiro de 1.000€.
3. Desenvolvimento do Produto Mínimo Viável – Evolução das soluções com mentoria dedicada e workshops especializados. A fase termina com um Demo Day, onde a equipa vencedora recebe um prémio de 5.000€.
4. Fase Piloto – A equipa vencedora continua o desenvolvimento do projeto com o acompanhamento da Sociedade Ponto Verde, incluindo a possibilidade de implementação do piloto e apresentação final de resultados.

A iniciativa reforça a aposta conjunta da NOVA e da SPV na inovação aplicada e na mobilização da comunidade académica para soluções com impacto ambiental real.

“A NOVA tem a responsabilidade de colocar o seu conhecimento, talento e capacidade de inovação ao serviço dos grandes desafios da sociedade. O CIRCULAR inNOVA(tion) 2.0 traduz esse compromisso, criando condições concretas para transformar ideias em soluções com potencial de implementação real na área da economia circular”, refere Isabel Rocha, Vice-reitora para a Inovação, Criação de Valor e Assuntos Globais da Universidade NOVA de Lisboa.

Para a CEO da Sociedade Ponto Verde, Ana Trigo Morais, “A colaboração é fundamental para encontrarmos ideias inovadoras que ajudem a transformar o setor dos resíduos em Portugal, nomeadamente no que diz respeito à reciclagem de embalagens. É, por isso, com entusiasmo que lançamos o CIRCULAR inNOVA(tion) 2.0., colocando dois novos desafios à comunidade académica na expectativa de identificarmos soluções viáveis e que venham a gerar impacto positivo e mensurável.”

O CIRCULAR inNOVA(tion) 2.0 destina-se a estudantes, alumni, investigadores e docentes, devendo cada equipa integrar pelo menos um elemento ligado ao ecossistema da NOVA. As candidaturas podem ser feitas aqui e decorrem até ao dia 26 de março.

Portugal entrou em incumprimento em 2025, ano em que o investimento quase duplicou

  • Fechado o ano de 2025, o País entrou em incumprimento das metas europeias de reciclagem de embalagens no ano em que o investimento no sistema quase duplicou (+98M€) num total de 220M€
  • O reforço histórico do financiamento não se traduziu em melhores resultados, confirmando a necessidade de uma mudança estrutural no sistema
  • As quantidades encaminhadas para reciclagem apresentam um crescimento residual de 2% face ao período homólogo
  • Vidro e ECAL (Embalagens de Cartão para Alimentos Líquidos) continuam a ser os materiais mais críticos: o vidro registou uma quebra na separação para reciclagem de -1% e a ECAL de -7%
  • Um ano após o aumento dos valores de contrapartida (VC) pagos aos parceiros municipais, não se verificou uma evolução estrutural que permita colocar o sistema num caminho sustentável de cumprimento das metas

Os portugueses separaram para reciclagem um total de 486 990 toneladas de embalagens, em 2025, o que significa um crescimento residual de 2% face a 2024 (+10 385 toneladas). Estes resultados colocam Portugal em incumprimento das metas europeias de reciclagem de embalagens, uma vez que em 2025, a taxa de retoma foi de 60,2% (apuramento preliminar).

Num ano decisivo para o cumprimento das metas de reciclagem de embalagens – ano em que Portugal devia estar a garantir a recolha seletiva de 65% de todas as embalagens colocadas no mercado – os resultados continuam a revelar um desfasamento estrutural entre o investimento realizado e o desempenho efetivo da recolha seletiva, tornando-se evidente que o modelo atual não está a responder de forma eficaz nem a conseguir transformar recursos em desempenho mensurável.

Apesar do reforço financeiro histórico no Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens (SIGRE), o crescimento da reciclagem de embalagens mantém-se residual, confirmando que o problema não está necessariamente na falta de recursos, mas na forma como o sistema está desenhado. De recordar que, em 2025, os serviços de recolha seletiva de resíduos de embalagens financiados ao SIGRE pela Sociedade Ponto Verde e por outras entidades gestoras, atingiram o montante de 220M€, o que significa um reforço de 98M€

ao sistema, após a decisão de aplicar novos valores de contrapartida (VC) – valores pagos aos sistemas municipais e multimunicipais pelo serviço de recolha e triagem de resíduos de embalagens – através de um Despacho do Governo, que entrou em vigor a 1 de janeiro de 2025.

Importa sublinhar que as embalagens continuam a ser o fluxo específico dos resíduos urbanos com melhor performance, o que reforça a ideia de que tão importante como a atuação dos cidadãos é a existência de um serviço de recolha seletiva conveniente, eficiente e ajustado às realidades urbanas e demográficas do País.

“Ao fim de um ano com valores de contrapartida reforçados, o sistema continua a entregar resultados muito aquém do que é exigido a nível europeu. Isto demonstra que a reciclagem de embalagens não se resolve apenas com mais financiamento. É preciso repensar o modelo, exigir eficiência e qualidade no serviço de recolha e triagem para garantir que cada euro investido gera mais embalagens recolhidas nos ecopontos”, afirma a CEO da Sociedade Ponto Verde, Ana Trigo Morais.

Conforme consta no Relatório do Estado do Ambiente 2025, publicado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) existe uma necessidade de otimizar o serviço de recolha seletiva multimaterial, nomeadamente através da expansão e otimização da rede de ecopontos e dos circuitos de recolha, a implementação dos sistemas de recolha por proximidade ou porta-a-porta, que melhor se adequam às características do espaço urbano e densidades populacionais das áreas a servir, e uma melhor articulação entre as Entidades Gestoras. Uma leitura que reforça os alertas que a Sociedade Ponto Verde tem vindo a fazer de forma consistente nos últimos anos.

Para a SPV, o atual contexto exige uma mudança na gestão do sistema. Não é possível gerir e melhorar aquilo que não se mede e não se analisa, nem exigir melhores resultados sem transparência, métricas claras e responsabilidade sobre o desempenho. Um ano após o aumento dos valores de contrapartida, não se verificou uma evolução estrutural que permita afirmar que o sistema está num caminho sustentável de cumprimento das metas.

Adicionalmente, a fiscalização deve também fazer parte de um sistema equilibrado e justo. A experiência demonstra a sua importância para a alteração efetiva de comportamentos, sem nunca substituir a necessidade de um serviço com qualidade e conveniência.

“Estamos num momento em que os recursos existem. O que falta é garantir que o sistema funciona. Não podemos continuar a aceitar que mais investimento produza exatamente os mesmos resultados. A reciclagem de embalagens precisa de uma mudança estrutural e de uma gestão orientada para o desempenho, para que Portugal possa cumprir as metas a que está legalmente obrigado. Não podemos justificar que um ano após o aumento dos VC não haja um único mês com melhores resultados do que no ano anterior”, conclui Ana Trigo Morais.

Seguindo a tendência dos últimos resultados, o vidro e as embalagens de cartão para alimentos líquidos (ECAL) continuam a destacar-se como os materiais que mais preocupações levantam. A reciclagem de vidro teve um decréscimo de -1% face ao período homólogo, tendo sido recicladas 212 693 toneladas de embalagens de vidro (-1 177). Já o ECAL, apresenta um decréscimo de -7%, tendo sido recolhidas 7 724 toneladas deste material (-616).

Quanto aos restantes materiais, os dados do SIGRE revelam que foram encaminhadas para a reciclagem 164 531 toneladas de papel/cartão (+4%), 89 125 toneladas de plástico (+4%) e 2 374 toneladas de alumínio (+6%).

59 mil portugueses participaram na campanha de Natal da Ponto Verde

A campanha de Natal da Ponto Verde, que decorreu na sua aplicação digital, recorrendo a uma dinâmica de jogos, contou com cerca de 59 mil participantes, um crescimento de 33% face ao ano passado, o que significa o melhor resultado até ao momento. A app da Ponto Verde, dedicada à reciclagem de embalagens, regista mais de 170 mil jogadores únicos no total das campanhas especiais, desde o seu lançamento em 2023.

Esta aplicação, que está disponível ao longo de todo o ano, combina conteúdos educativos, dicas práticas, artigos, curiosidades e passatempos esporádicos para ensinar os cidadãos a reciclar embalagens de forma correta, simples e consciente no seu dia-a-dia.

Durante a campanha especial de Natal, época em que o consumo de embalagens tende a aumentar, a app da Ponto Verde integrou uma componente de jogos e desafios interativos, desafiando os utilizadores a testarem o seu conhecimento sobre reciclagem de embalagens. Os participantes acumularam pontos, o que determinou a atribuição de diferentes prémios, nomeadamente 150 cartões de supermercado com valores entre 200 euros (€) e 500 euros, 40 aspiradores robô e consolas de última geração.

Para mobilizar os cidadãos e estimular à participação, a Ponto Verde desenvolveu a campanha de comunicação com o mote “Neste Natal marca pontos para chegarmos ao ponto”, que contou com a criatividade da Fuel, produção da Grumpy Panda, planeamento de meios da Arena Media e comunicação e gestão de redes sociais da LPM. Já a app da Ponto Verde é desenvolvida e operacionalizada pela WayNext.

Para Ricardo Sacoto Lagoa, Diretor de Marketing, Sensibilização e Comunicação da Sociedade Ponto Verde, “os resultados desta campanha de Natal mostram um crescimento significativo face ao ano passado, o que nos deixa muito satisfeitos e confirmam que estamos no caminho certo. Ferramentas como a aplicação da Ponto Verde, que junta conhecimento a incentivos, ganham relevância junto dos cidadãos e levam-nos a estar mais próximo de temas tão importantes como a reciclagem de embalagens. Esta é uma causa comum, na qual todos temos de participar para que o País cumpra as metas com as quais está comprometido.”

A app Ponto Verde é gratuita e está disponível na Google Play e na App Store, mantendo-se ativa ao longo de todo o ano com conteúdos e iniciativas que promovem a correta separação e reciclagem de embalagens. Mais informações em www.pontoverde.pt/acerta/.

SPV lança primeiro guia dedicado aos bioplásticos nas embalagens

A Sociedade Ponto Verde (SPV) lança “Os bioplásticos – considerações e impacto na cadeia de valor das embalagens”, o primeiro guia sobre o tema em Portugal, que reúne, sistematiza e clarifica o conhecimento técnico disponível, desde a definição até à aplicação destes materiais neste fluxo de resíduos urbanos. O objetivo é contribuir para processos mais eficientes de ecodesign e dereciclagem, assim como para a comunicação correta na rotulagem e alegações ambientais.

Esta é a mais recente publicação desenvolvida pela SPV para responder a necessidades específicas dos seus clientes. Num contexto em que a criação de novas embalagens implica decisões cada vez mais complexas, bem como o cumprimento de requisitos legais e regulamentares exigentes, este guia, à semelhança de outros que a SPV disponibiliza, vem facilitar o acesso a informação essencial, de forma estruturada e fácil consulta. Pelos conteúdos abordados ganha relevância junto de toda a cadeia de valor do plástico, incluindo produtores, recicladores, academia e consumidores.

Os materiais bioplásticos apresentam-se já como alternativa aos plásticos convencionais e estão a ganhar expressão, nomeadamente em embalagens, o que requer condições ideais para a conceção, reciclagem e/ou eliminação em fim de vida. Desde logo surge a necessidade de clarificar o termo ‘bioplástico’, que é abrangente por se aplicar a vários tipos de plástico, podendo referir-se à origem do material (de origem biológica ou de energias renováveis, nem sempre biodegradáveis) e/ou à capacidade deste se biodegradar em fim de vida, sendo este o ponto de partida do guia agora lançado pela SPV.

A estimativa é que, atualmente, apenas 0,5% dos plásticos colocados no mercado global tenham origem biológica, sejam compostáveis ou biodegradáveis. No entanto, prevê-se um crescimento significativo da produção mundial nos próximos anos, de 2,47 milhões de toneladas, em 2024, para cerca de 5,73 milhões de toneladas, em 2029. Nesta medida, a utilização deste tipo de materiais não deve contribuir para agravar os problemas de poluição e de perda de diversidade, mas sim ser entendida pelo potencial de serem verdadeiramente vantajosos em termos ambientais e de promoção da economia circular.

“Hoje, a tomada de decisões tem de ser cada vez mais informada e consciente, o que exige que seja baseada em dados e em evidências científicas. Por isso, uma das prioridades da SPV, naquilo que é a nossa responsabilidade, tem sido disponibilizar recursos úteis, como este guia que é o primeiro dedicado aos bioplásticos, contribuindo para que o mercado disponha, progressivamente, de embalagens mais sustentáveis, que usem menos matérias-primas virgens na composição e sejam mais fáceis de reciclar, ajudando também a que sejam corretamente separadas e depositadas nos ecopontos”, afirma a CEO da Sociedade Ponto Verde.

“Estamos, de facto, num momento crucial que está a alterar a forma como os plásticos são produzidos, utilizados e geridos no seu fim de vida. É fundamental continuarmos a disponibilizar serviços de valor aos nossos clientes que acelere a inovação e potencie uma maior participação dos cidadãos, levando ao ponto pretendido, que é vermos o País alcançar as metas ambientais que estão fixadas para estes resíduos”, conclui Ana Trigo Morais.

O lançamento do guia “Os bioplásticos – considerações e impacto na cadeia de valor das embalagens” coincide com a Semana Europeia de Prevenção de Resíduos, que decorre até ao próximo dia 30 de novembro. Encontra-se disponível no Ponto Verde Lab, a plataforma agregadora da Sociedade Ponto Verde na qual se encontram, entre outros conteúdos, boas práticas, publicações e ferramentas de ecodesign, como o ‘Pack4Recycling’ e ‘Pack4Sustain’, para que haja mais e melhor reciclagem de embalagens em Portugal e circularidade na economia.

Campanha de Natal da Ponto Verde dá prémios de 40 mil euros na app

A um mês do Natal, a Ponto Verde lança uma nova campanha especial alusiva a esta época festiva, onde há, tradicionalmente, um aumento significativo no consumo de embalagens. Decorre na app da Ponto Verde entre 24 de novembro e 21 de dezembro, com os objetivos de sensibilizar os cidadãos para a importância de reciclarem corretamente estes resíduos e recompensar quem comprovar que sabe mais sobre o tema. Os utilizadores habilitam-se a ganhar cartões de supermercado até 500€, aspiradores robô ou consolas.

Apenas quem jogar na app da Ponto Verde e acumular mais pontos sai vencedor, mostrando que é um verdadeiro expert no que toca à reciclagem de embalagens. Estão em jogo 40 mil euros, distribuídos pelos vários prémios. No total há 150 cartões de supermercado, dos quais os primeiros 35 classificados recebem 500 euros (€) em cartão e os segundos 115 classificados seguintes ganham 200 euros em cartão. Paralelamente, ao longo das quatro semanas vão ser oferecidos 40 aspiradores robô, 10 atribuídos por semana, e para os últimos dois fins de semana está reservada uma dinâmica interativa que possibilita aos participantes ganhar consolas. 

Para reforçar a sua abordagem criativa e incentivar à participação dos cidadãos neste movimento coletivo que é a reciclagem de embalagens, a Ponto Verde lança uma nova campanha de comunicação com o mote “Neste Natal marca pontos para chegarmos ao ponto”, que conta com a criatividade da Fuel, produção da Grumpy Panda, planeamento de meios da Arena Media e comunicação e gestão de redes sociais da LPM.

Esta campanha será veiculada a partir de hoje, em televisão, rádio, publicidade de exterior e no digital, com particular foco nas plataformas próprias. Assenta em momentos de convívio associados à época natalícia, num tom divertido e interativo, onde os utilizadores da app Ponto Verde podem aprender mais sobre reciclagem de embalagens enquanto jogam, ao mesmo tempo que se habilitam a ganhar prémios.

A Ponto Verde vai ainda levar a experiência de gamificação aos visitantes de dois mercados de Natal: Wonderland Lisboa, no Parque Educardo VII (de 28 de novembro a 4 de janeiro) e Cascais Christmas Village, no Parque Marechal Carmona (nos dois primeiros fins-de-semana de dezembro).

“Acreditamos que, para conseguirmos mudar comportamentos é fundamental estarmos mais próximos das pessoas, e a app Ponto Verde permite-nos exatamente isso: estar literalmente nas mãos dos cidadãos a dar-lhes conteúdo sobre a reciclagem de embalagens de forma leve, envolvente e orientada para a ação. É esta proximidade que o País precisa neste momento para acelerar e chegarmos ao ponto pretendido no cumprimento das metas deste fluxo de resíduos urbanos”, afirma o Diretor de Marketing, Sensibilização e Comunicação da Sociedade Ponto Verde.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos até agora com esta aplicação, que materializa muito bem a estratégia de inovação da Sociedade Ponto Verde, naquilo que diz respeito ao uso de tecnologia e digitalização. Desde o lançamento, em 2023, que a app Ponto Verde já registou mais de 131 mil utilizadores únicos a jogar, e temos tido uma excelente recetividade nos períodos de campanha. Por isso, estamos com uma boa expectativa e esperamos envolver o maior número de participantes de sempre”, conclui Ricardo Sacoto Lagoa.

A app Ponto Verde, agora com foco na campanha de Natal, está permanentemente disponível para ensinar sobre reciclagem de embalagens. Artigos, dicas e curiosidades, mas também passatempos esporádicos são alguns dos conteúdos ao dispor dos utilizadores. Merece destaque uma rubrica específica dedicada ao vidro e ao alumínio, materiais infinitamente recicláveis e que precisam de ser colocados nos respetivos ecopontos com mais frequência, para acelerar o cumprimento das metas fixadas para este tipo de embalagens.

A app Ponto Verde é gratuita e está disponível na Google Play e na App Store.

Portugal falhará metas de reciclagem de embalagens apesar de reforço histórico do investimento

Resultados da reciclagem de embalagens do 3.º trimestre de 2025

  • À entrada do último trimestre de 2025, fica claro que Portugal não vai atingir as metas de reciclagem de embalagens
  • As quantidades enviadas para reciclagem permanecem estagnadas, apresentando um crescimento residual de 2%
  • Nos primeiros 9 meses do ano, o sistema de recolha seletiva contou com um investimento total de 147,6M€, mais 63,8M€ face ao período homólogo
  • Vidro e ECAL continuam a ser os materiais que levantam mais preocupações. Reciclagem de vidro encontra-se totalmente estagnada (0%) e ECAL registou um decréscimo de -7%

Até ao terceiro trimestre de 2025, a recolha seletiva de embalagens registou um aumento residual de 2%, com apenas mais 8.013 toneladas de embalagens recolhidas e enviadas para reciclagem, num total de quase 369 mil toneladas, em comparação com o período homólogo. À entrada do último trimestre do ano, o ritmo mantém-se insuficiente, antecipando, assim, que Portugal não conseguirá atingir as metas de reciclagem de embalagens de 2025.

Nos primeiros nove meses do ano, os serviços de recolha seletiva de resíduos de embalagens financiados ao SIGRE (Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens) pela Sociedade Ponto Verde e por outras entidades gestoras, atingiram o montante de 147,6M€, o que significa um reforço de 63,8M€ ao sistema, após a decisão de aplicar novos valores de contrapartida (VC) – valores pagos aos sistemas municipais e multimunicipais pelo serviço de recolha e triagem de resíduos de embalagens – através de um Despacho do Governo, que entrou em vigor a 1 de janeiro deste ano.

De recordar que no final de 2025, o País deveria garantir a recolha seletiva de 65% de todas as embalagens colocadas no mercado. Neste sentido, a SPV reitera, uma vez mais, que a prioridade deve ser apostar numa melhoria substancial do nível de serviço prestado aos cidadãos pelos sistemas municipais e multimunicipais, dispondo o SIGRE, atualmente, de mais recursos financeiros para realizar investimentos que gerem resultados e ajudem a alcançar as metas.

“À entrada do último trimestre de 2025, é evidente que Portugal não vai conseguir cumprir as metas de reciclagem de embalagens. Estamos a investir mais do que nunca, mas sem uma verdadeira modernização do sistema, os resultados continuam a não acompanhar o investimento feito pelas entidades gestoras”, afirma a CEO da Sociedade Ponto Verde, Ana Trigo Morais.

A SPV defende que vivemos, hoje, um paradoxo: apesar de o investimento privado adicional quase ter duplicado em 2025, o aumento da taxa de reciclagem foi de apenas dois pontos percentuais – um resultado que é manifestamente insuficiente face ao que é necessário. A entidade defende, ainda, que os valores de contrapartida atualmente em vigor devem garantir que os investimentos façam a diferença e que melhorem a performance do setor.

“Mais do que nunca, é preciso garantir que o investimento se traduz em mais reciclagem efetiva e em dados transparentes. É incompreensível que, com mais recursos do que nunca, a reciclagem de embalagens esteja estagnada. O valor que hoje é pago ao sistema de recolha seletiva é suficiente para impulsionar inovação, criar soluções e permite ir mais longe. É imperativo exigir melhor desempenho e a SPV está totalmente empenhada em que isso aconteça. Queremos que cada euro aplicado se traduza em mais embalagens recicladas e num contributo real para o cumprimento das metas que o País tem para cumprir”, conclui.

Seguindo a tendência dos últimos resultados, o vidro continua a destacar-se como o material que mais preocupação levanta. A reciclagem de vidro encontra-se totalmente estagnada (0%) face ao período homólogo, tendo sido recicladas 165.071 toneladas de embalagens de vidro. Na sequência do aumento dos VC, já foram investidos mais 11,98M€. Até ao momento, este investimento também não se traduziu num aumento da reciclagem de embalagens de vidro.

Além deste, também as embalagens de cartão para alimentos líquidos (ECAL) causam apreensão. Segundo os dados, foram recolhidas menos 406 toneladas, num total de 5.835 toneladas (-7%). Quanto aos restantes materiais, os dados do SIGRE revelam que foram encaminhadas para a reciclagem 122.537 toneladas de papel/cartão (+4%), 66.005 toneladas de plástico (+3%) e 1.709 toneladas de alumínio (+3%).

“Estamos a chegar ao ponto”: Ponto Verde estreia nova campanha de comunicação

7 em cada 10 portugueses já separam as suas embalagens, mas destes só 1 o faz de forma correta. Partindo desta premissa, a Ponto Verde lança esta quarta-feira, dia 1 de outubro, a sua primeira grande campanha nacional, cujo mote é “Estamos a chegar ao ponto”. A campanha multimeios vai estar no ar até ao início de novembro.

Tendo em conta as exigentes metas de reciclagem de embalagens definidas – reciclar 65% de todas as embalagens colocados no mercado em 2025 e 70% em 2030 – a Ponto Verde, cuja assinatura é “Separamos Juntos”, lança a sua primeira campanha de comunicação, que conta com criatividade da Fuel, produção da Grumpy Panda, planeamento de meios da Arena Media e comunicação e gestão de redes sociais da LPM.

“Através da criação da Ponto Verde, e desta campanha, queremos liderar um movimento agregador e coletivo que une cidadãos de norte a sul do País e ilhas, de todas as gerações e idades. Até porque reciclar embalagens de forma correta é um sinal de compromisso com o País e com o planeta e, por isso, ‘Separamos Juntos’”, refere o Diretor de Marketing, Sensibilização e Comunicação da Sociedade Ponto Verde, Ricardo Sacoto Lagoa.

Por sua vez, a Diretora Criativa da Fuel, Andreia Ribeiro, explica como surgiu esta campanha e a assinatura da Ponto Verde: “Procurámos uma assinatura que expressasse o posicionamento da Ponto Verde e, ao mesmo tempo, estabelecesse um novo valor como território: a união. ‘Separamos Juntos’ é uma forma de mostrar um caminho conjunto para o futuro. Separamos juntos para conseguir chegar às metas que traçámos. Separamos juntos para conseguir chegar ao ponto que precisamos. Este novo território de comunicação nasce da consciência de que, apesar dos avanços significativos, ainda não chegámos ao ponto ideal. E é precisamente neste “quase” que encontramos a tensão criativa perfeita para dar vida à nova campanha”.

A campanha mostra momentos de convívio e personagens com quem os cidadãos facilmente se podem identificar. A publicidade revela pequenos erros comuns na reciclagem de embalagens e transforma-os em oportunidades para aprender e corrigir. Ambos os filmes publicitários foram construídos num registo divertido e inspiracional, com o objetivo de mobilizar todos os cidadãos para darem o próximo passo. Ou seja, passar do “mais ou menos” sustentáveis para cidadãos que separam corretamente todas as suas embalagens.

“Para dramatizar o conceito ‘Estamos a chegar ao ponto’ fomos pedir emprestado o tipo de discurso que se faz quando celebramos conquistas extraordinárias. Esta dissonância entre o que se diz – ‘somos orgulhosamente mais ou menos’, ‘estive mesmo assim-assim’, ‘estamos quase a chegar ao ponto’ – e o tom com que se diz – um tom de grande exaltação e orgulho – serve-nos para mostrar o nosso ponto de uma forma leve e divertida, incentivando a mudança sem apontar o dedo às pessoas”, adianta Andreia Ribeiro.

A campanha pode ser vista de norte a sul do País, incluindo na Madeira e nos Açores, marcando presença em meios com cobertura nacional, local e meios especializados. A publicidade está presente em TV, rádio, em títulos de imprensa generalista e especializada, em digital, e ainda com uma forte campanha de outdoor, onde conta com uma rede de múpis nacional, grandes formatos em Lisboa e no Porto, presença no metro, em autocarros e no elétrico rápido, em Lisboa.

Para amplificar a campanha, a Ponto Verde juntou-se a quatro rostos muito conhecidos do público, como Ana Galvão, Nuno Markl, Filipa Gomes e Frederico Morais. Além disso, trabalhou com vários outros criadores de conteúdo e influenciadores digitais de diferentes áreas, de modo a criar conteúdos especiais que permitem chegar, com autenticidade e de forma mais envolvente, a mais pessoas e a diferentes targets.

Esta não é apenas uma campanha de sensibilização e comunicação, é, sim, um desafio a participar num movimento coletivo que promete desenhar o futuro. “Estamos a chegar ao ponto” em que separar embalagens corretamente pode deixar de ser exceção e passar a ser regra e, por isso, os gestos de cada um contam.

“Com esta campanha queremos entreter e até divertir as pessoas, porque acreditamos que é dessa forma que conseguimos captar a sua atenção e passar uma mensagem que é, na verdade, muito séria e importante para todos nós enquanto sociedade. A reciclagem de embalagens e a economia circular são temas centrais para o futuro e o nosso contributo é muito simples, mas decisivo: reciclar mais e melhor as nossas embalagens”, conclui Ricardo Sacoto Lagoa. Recorde-se que recentemente a Sociedade Ponto Verde passou por um processo de rebranding, com o objetivo de modernizar a sua identidade e aproximar-se ainda mais dos cidadãos. A sua nova imagem reflete movimento, simplicidade, energia, modernidade e confiança, reforçando a visão de uma organização mais madura, inovadora e preparada para responder aos grandes desafios da sustentabilidade.

Re_source 4.0 abre candidaturas para startups de todo o mundo e oferece financiamento de até 500.000€ para acelerar a transformação da cadeia de valor das embalagens

A Sociedade Ponto Verde (SPV) e a consultora de inovação colaborativa Beta-i lançam oficialmente a Open Call internacional de startups e inovadores para a 4.ª edição do programa Re_source, a iniciativa de inovação aberta focada em soluções para a economia circular e disrupção digital na gestão de embalagens e resíduos de embalagens.

Nesta edição, serão selecionadas startups e inovadores com soluções alinhadas com uma das três grandes missões estratégicas do setor:

  • Reciclar 75% do vidro em Portugal até 2030, com foco no canal HORECA;
  • Reduzir em 5% a produção de resíduos de embalagens do fluxo urbano per capita até 2030 (vs. 2018);
  • Digitalizar e integrar os fluxos de informação do SIGRE (Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagens) até 2034.

O programa oferece financiamento até 500.000€ para a co-criação de projetos-piloto com os parceiros da SPV das diferentes etapas da cadeia de valor como gestão de resíduos, embalagens e marcas. Isto proporciona às startups a oportunidade de validar as suas soluções em ambientes reais, com acesso direto a especialistas e suporte técnico e estratégico, e escalar soluções com impacto direto na circularidade das embalagens e resíduos de embalagens. Além disso, beneficiarão da exposição a uma rede de parceiros institucionais, ganhando visibilidade junto de entidades reguladoras e decisoras. Consulte todos os parceiros em resource-innovation.com.

Os projetos-piloto poderão abranger áreas como tecnologias avançadas de triagem e recolha, rastreabilidade de materiais, digitalização de processos e novos modelos circulares aplicados à cadeia de valor das embalagens.

Candidaturas abertas até 17 de outubro em resource-innovation.com.

As startups que se candidatarem até 3 de outubro poderão beneficiar de vantagens Early Bird, incluindo: acesso antecipado a conteúdos exclusivos do programa, feedback personalizado sobre a candidatura e prioridade na apresentação da solução aos parceiros do Re_source 4.0.

Terminadas as candidaturas, o processo avança em novembro com uma primeira ronda de seleção para a fase de Online Pitch. Os finalistas desta etapa serão convidados a participar no Bootcamp com os parceiros do programa, onde poderão aprofundar as suas propostas e definir colaborações. A partir daí, inicia-se o processo de cocriação dos projetos-piloto e a fase de experimentação, com implementação prevista entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026.

“O Re_source 4.0 é uma oportunidade única para startups, inovadores e parceiros da SPV desenvolverem novas soluções que façam evoluir a cadeia de valor das embalagens em Portugal. Nesta edição, destacam-se três missões, incluindo promover o aumento da reciclagem de embalagens de vidro, material que exige especial atenção. Financiamos os projetos-piloto, mas queremos, sobretudo, criar um ecossistema colaborativo onde se partilha conhecimento, se testam soluções reais e se gera impacto na economia circular. Apoiar iniciativas que promovem inovação e sustentabilidade é essencial para construirmos um futuro mais eficiente e responsável”, refere Ana Trigo Morais, CEO da Sociedade Ponto Verde.

Para Ana Costa, Sustainability & Blue Economy Director na Beta-i, “após 3 edições de Resource, a ambição ficou maior. O foco em colaboração ficou mais sólido, com desafios mais abrangentes que denominámos de Missões, todas com foco no futuro e simultaneamente com uma necessidade de implementação urgente. Embora o horizonte temporal não seja o hoje, concordámos todos que é aqui que o planeamento do Futuro acontece. Temos novos parceiros e outros repetentes que nos mostram o sucesso e os resultados deste programa. A comunidade está a crescer, a maturidade também, estamos confiantes que esta edição nos trará mais próximos de onde queremos estar em termos de inovação no universo do futuro das embalagens.” Para mais informações e candidaturas, visite: resource-innovation.com

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